quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Sons do Tempo I

Como já devem ter reparado, a música é uma das minhas perdições. Por isso, além das minhas "Cartas Perdidas", ou lamechices pirosas (como preferirem), vou criar uma nova rúbrica fixa.

Sons do Tempo.

Se não servir para vos dar música a vocês (meus poucos visitantes), serve para me dar música a mim, e para aprender um pouco mais sobre sons que nunca se perderam completamente pelos dias. Os que já foram... ou os que ainda estão para vir.

____________________________________________________________

Começamos por uma menina chamada Laura Branigan. Nasceu a 3 de Julho de 1957, em Brewster, algures no estado de Nova Iorque. Gloria foi o seu bilhete de ingresso no mundo da fama, corria o ano de 1982.

Dois anos depois lançou Self Control, tema que ainda se vai ouvindo de vez em quando, numa qualquer frequência perdida das modas. Confesso que me agrada imenso.

1985 é o ano do álbum Hold Me com temas como Spanish Eddie. Em 1987 lança Touch, que incluía o tema Shattered Glass produzido por Stock-Aitken & Waterman. Com este disco teve um sucesso moderado com The Power of Love, uma versão do mega-hit de Jeniffer Rush, lançado apenas dois anos antes.

Em 1995 lançou Dim All the Lights, versão da canção de Donna Summer, que viria a ser o seu último single. Daqui em diante, a bela da Laura deixou as cantorias para se dedicar em exclusivo ao (felizardo) marido.

Em 2002 fez de Janis Joplin na peça Love, Janis exibida no circuito fora da Broadway. Nesse mesmo ano, Self Control fez parte da banda sonora do popular videojogo Grand Theft Auto: Vice City.

Faleceu em 2004, no dia 26 de agosto, vítima de um aneurisma cerebral. Tinha apenas 47 anos de idade.

Deixo-vos Self Control, uma versão de uma música do italiano Raff, cujo vídeo, dirigido por William Friedkin, foi inicialmente banido da MTV por ser "sexualmente sugestivo".

Como o mundo muda!! :)

Sem comentários: