terça-feira, 26 de agosto de 2008

Hair - vertiginosa viagem ao mundo hippie

Hair. Musical que nos leva aos loucos anos 60, período em que os hippies escandalizavam a sociedade norte-americana com os seus protestos contra a Guerra no Vietname. Um pouco a todo o mundo faziam chegar os ecos das suas mensagens. Pediam paz, harmonia e tolerância. Exigiam liberdade. Confundiam-na muitas vezes com libertinagem.

Em Hair, o texto e as letras das músicas foram escritos por James Rado e Gerome Ragni. Galt MacDermot foi quem se encarregou da música. O espectáculo estreou a 17 de Outubro de 1967 e 45 apresentações depois chegava à Broadway, no dia 29 de Abril de 68. Na mais artística das avenidas de Nova Iorque subiu ao palco por mil 873 vezes.

Corria o ano de 1979 quando o cineasta de origem checa, Milos Forman, adaptou Hair ao grande écran. Com a versão de Forman, a obra fez o percurso destinado à maioria dos grandes musicais: Broadway - Hollywood.

No seu formato de cinema, Hair convida-nos a uma viagem ao coração do mundo hippie. Paragens obrigatórias? Côr, drogas, guerra, irreverência, nudez, solidariedade e a fronteira, ténue, entre a liberdade e a libertinagem. Tudo embalado por uma vertiginosa banda sonora (como está bom de ver e ouvir).

Quase três décadas depois, Hair continua a impressionar. Sobretudo aqueles que, como eu, são fans do género.

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