terça-feira, 15 de abril de 2008

Portas do Sol. Espelho do Ribatejo.


Uma janela para o mundo.
Que nos invade olhos adentro, como se fosse um mar sem fundo!
Um mar de terras, de campos, de lezírias...
Um mar baptizado de Ribatejo.
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Só se escuta o ruído das sombras das folhas das árvores. Onde os pássaros se comportam como gente, e conversam numa melodia sem fim. São a música da Primavera, nas portas que nos mostram o caminho até ao Sol. Por entre as muralhas do castelo há um raio perdido que toca e aquece.
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Impele a alma dos homens a ser maior. Do tamanho do horizonte que dali se avista. É o coração de uma terra que bate. O perfume de uma gente vivida, que faz do Tejo o caminho dos tempos.
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Portas do Sol.
Janela do Mundo.
Espelho do Ribatejo.

2 comentários:

Rui Afonso disse...

Santarém é um livro de pedra em que a mais interessante e mais poética parte das nossas crónicas está escrita.

Almeida Garrett

Ingrid Guerra disse...

Nossa, que lindo isso. Adorei! Se um dia for a Portugal, farei o possível para conhecer esse belo lugar. Será que teria companhia, hã? risos... super abraço, meu belo amigo portuga!