segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Parabéns senhor Phantom!


Confesso-me um nabo nestas coisas da informática. Andava há uns tempos a tentar descobrir como se colocam músicas em blogs, mas a minha inépcia, e falta de paciência, nunca me permitiram descobrir aquilo que para a maioria dos entendidos é uma coisa simples, e para mim "é um bicho de sete cabeças".

Até que a amiga Elsa, autora do excelente Palavras ao Relento, me apresentou ao imeem.com. Bastam uns cliques, e... já está: música no Escrito à Noite. Depois de ultrapassado o problema do "como", ficou apenas por resolver o problema do "quê". A primeira escolha recaiu em Lou Reed e Just a Perfect Day. Uma música que me lembra a perfeição das coisas simples, quando são feitas na companhia das pessoas certas. Que me foi apresentada por um grande amigo, numa das muitas e saudosas noites de tertúlias dos tempos académicos.

A minha selecção para esta semana tornou-se bem mais fácil, de tão óbvia que era. The Phantom of The Opera, que estreou em 1986 no West End londrino, e comemorou, no passado sábado, 20 anos de exibição na Broadway - onde pode ser visto no Majestic Theater (na foto).
Duas décadas em que milhões de pessoas esgotaram de forma constante os lugares do Majestic, e em que a obra se tornou na peça que mais vezes subiu à cena na mítica rua da Big Apple. A lista de recordes e números é interminável.

The Phantom of The Opera, de Sir Andrew Lloyd Webber, é sem dúdida alguma, umas das melhores e mais marcantes experiências da minha vida. Tive a oportunidade de ver a peça três vezes ao vivo, uma em Londres e duas em Nova Iorque, e posso garantir-vos que não espero ficar por aqui. Em 2004 saiu o filme de Joel Schumacher, que apesar de não estar à altura da versão teatral, foi, na minha opinião, muito injustiçado pela crítica.

O Fantasma da Ópera é por muitos considerado como o musical dos musicais. É sempre discutível. E também irrelevante. O importante é que a beleza da história, a brutalidade agradável, e ao mesmo tempo assombrosa, das vozes dos intépretes, a qualidade dos cenários, e a genialidade das músicas não deixa ninguém indiferente. Mesmo quem não percebe, acaba por sentir...
Podia escrever um livro com as curiosidades acerca do espectáculo baseado no livro do francês Gaston Leroux, ou a desvendar os labirinticos caminhos da Ópera Populaire de Paris. Mas o motivo deste post não é esse. Apenas quero assinalar a data, e falar-vos de mais uma das minhas paixões, ao mesmo tempo que a ilustro com uma música que considero belíssima.
Escolhi The Point of No Return. Porque marca o pico da intensidade entre Christine e o Fantasma, e porque é, provavelmente, o momento mais arrebatador de toda a obra. Pelo menos é o meu preferido. Para ouvir é só clicar aqui ao lado ------------»

2 comentários:

~*Ray*~ disse...

Olá!
Muito obrigada!
Farei o mesmo, se deixares.
Puxa, nunca assisti à essa peça, mas já ouvi muito falar e parece ser bem legal.

Um abraço!

Elsa disse...

Vou ter calcular o meu cache... :)
Música no blog é muito caro e se não fosse eu... :)
beijos*****