terça-feira, 21 de agosto de 2007

Sonhos. Silêncios.

É de olhos fechados, e no intervalo de cada suspiro, que me vou encontrando contigo. Debaixo daquela árvore que um dia há-de ser nossa. Em frente àquele rio que leva, cheio de sonhos, o nosso destino até ao mar.

E de cada vez que te dou a mão, abre-se uma flôr. Juntamente com o teu sorriso. São pétalas de amor...

Queria pintar-te com palavras... Dizer-te ao mundo. Desenhar-te em versos. Rasgar este silêncio que me prende, desarmado, incapaz... sempre que passas por mim.

És um pensamento feliz e constante. És uma realidade doce, mas distante.

2 comentários:

Anónimo disse...

Pipas, quase que me vejo nas palavras que escreves... amor cada e retribuido! Mas, certamente tanta inspiração deverá florescer de outra paisagem que não a minha ;)
Olha lá que o meu ciúme é mortal!

Beijos grandes ADORO-TE

Anónimo disse...

Correcção: Amor dado e retribuido! Mas isso tu sabes :)