terça-feira, 12 de junho de 2007

Culpa tua...

Conseguiste!
Os nós feitos de arame, cruzados sobre o papel de embrulho cinzento, que abafa o cofre de ferro onde resolvi guardar a palavra amor, já não existem mais.

Culpa do teu sorriso que guiou um raio de luz até à sua escuridão. Foi à boleia da tua voz, que esse buraco triste e negro se transformou numa caixa... que agora dá música. É nele que me perco.

É nele que me quero perder.

Nele e na tua pele. Que me faz sentir num jardim constante. Perfumado... Com o sabor da brisa das palavras que me sopras ao ouvido. Aquelas que quero interromper com beijos... Porque me acordaste do fundo de mim...

5 comentários:

elsasilva disse...

Hum... essa menina do sorriso bonito deve ser uma sortuda por ser motivo de tal inspiração!

Lindas palavras...
beijinhos

paulllus disse...

Companheiro da noite!

Esse estado d'alma é, de facto, superior... porque só ele nos pode levar a derramar poesia sobre as palavras da forma como o fizeste neste teu texto!

Viva o Amor! Vivam as Mulheres!

hélder beja disse...

gosto desta tua versão romanesca, amigo alfonso :)
grande abraço

Anónimo disse...

mesmo que te importes
é o teu sorriso que tenho roubado algumas
noites sem que notes. à noite
o teu sorriso pode ser outro qualquer
e mesmo que te importes
não é. é o teu e como o roubo
sem que o saibas
é meu também.

13 de julho de 2007, santarém

Anónimo disse...

Como adoro... o teu "ser" é único e digno de inveja para muitos que não conseguem sentir ou mostrar o que é o amor, o amar!

Beijos pipas